Chegou ao fim a disputa judicial envolvendo uma mansão de luxo negociada por MC Guimê e Lexa, quando os dois ainda eram casados, em Alphaville. O caso teve início após a antiga proprietária conseguir a reintegração de posse do imóvel, que teria sido comprado pelo casal, mas não teve as parcelas pagas integralmente.
Segundo informações da coluna de Leo Dias, do portal iG, a ex-proprietária alegou que a residência foi devolvida em condições severamente deterioradas após o fim da relação contratual. Entre os problemas apontados estavam paredes pichadas, piscina sem manutenção, fiação exposta e vazamentos.
Na Justiça, ela pediu uma indenização total de R$ 5,15 milhões. A cobrança se baseava na alegação de que o imóvel, avaliado em R$ 8 milhões, precisou ser vendido às pressas por R$ 2,9 milhões devido aos danos estruturais e à falta de recursos para a reforma. Do valor solicitado, R$ 5,1 milhões seriam referentes a danos materiais e R$ 50 mil a danos morais.
A autora também pediu o benefício da Justiça gratuita, alegando hipossuficiência financeira. O pedido foi negado em primeira instância e confirmado integralmente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que considerou o benefício incompatível com o patrimônio apresentado.
Após ser intimada a pagar as custas processuais, a autora não cumpriu o prazo. Com isso, a juíza extinguiu a ação sem resolução do mérito e determinou o arquivamento do processo.
Tentativas posteriores de reverter a decisão, com a apresentação de novos documentos e atestados médicos, também foram rejeitadas pela Justiça. O processo foi encerrado definitivamente.











