Silvia Braz chamou a atenção ao participar do CFDA Fashion Awards 2026, realizado nesta segunda-feira (2), em Nova York. Para o evento, considerado uma das principais premiações da indústria da moda, a influenciadora brasileira escolheu um vestido de paetês da Calvin Klein criado pelo estilista brasileiro Francisco Costa para Gisele Bündchen.
A peça foi usada originalmente por Gisele em 2010, durante o gala beneficente da BrazilFoundation, no Metropolitan Museum of Art, também em Nova York. Na ocasião, a modelo já era um dos principais nomes da moda mundial e se destacava pelas escolhas feitas em eventos internacionais.
Com styling de Elizabeth Saltzman, conhecida pelo trabalho com celebridades internacionais, Silvia levou o vestido novamente aos holofotes. A produção ganhou um significado especial porque a influenciadora esteve acompanhada do próprio Francisco Costa, responsável pela criação original.
A escolha reuniu duas brasileiras de diferentes gerações e trajetórias ligadas à moda. Gisele Bündchen construiu uma carreira de destaque nas passarelas internacionais, tornou-se um dos principais rostos da Victoria’s Secret e participou de campanhas para grandes grifes.
A modelo também manteve uma relação próxima com a Calvin Klein, marca pela qual Francisco Costa foi diretor criativo da linha feminina entre 2003 e 2016.
Silvia Braz, por sua vez, consolidou sua atuação no mercado de luxo por meio do trabalho como influenciadora e criadora de conteúdo. Ela acompanha desfiles, lançamentos e eventos exclusivos de marcas internacionais e se tornou presença recorrente em ocasiões ligadas à indústria da moda.
O resgate do vestido acompanha ainda a valorização de peças de arquivo por celebridades e fashionistas. A tendência prioriza produções históricas e reforça a importância da preservação e da reutilização de roupas marcantes.
Ao recuperar uma criação usada por Gisele em 2010, Silvia Braz destacou o trabalho de Francisco Costa e a influência da modelo brasileira na moda internacional. O vestido de paetês voltou a ganhar evidência 16 anos depois de sua primeira aparição, mostrando como uma peça pode atravessar diferentes épocas sem perder relevância.











