O aplicativo Doji tem se tornado uma verdadeira revolução no mundo da moda, permitindo que usuários experimentem roupas de grife de forma virtual. Com o uso de inteligência artificial, a plataforma cria um modelo digital do usuário, possibilitando a visualização de como as peças ficam no corpo.
Lançado em 2025, o Doji se destaca por seu realismo. Ao enviar fotos, os usuários recebem um avatar que reflete suas características físicas, tornando a experiência de “experimentar” roupas muito mais próxima da realidade. Além de experimentar, é possível comprar as peças e compartilhar combinações com amigos, funcionando também como uma rede social.
Como funciona o Doji?
O funcionamento do Doji é simples e intuitivo. Após o cadastro, o usuário envia algumas fotos e, em poucos minutos, um avatar é gerado. Com esse modelo digital, é possível acessar uma vasta gama de roupas e acessórios, incluindo itens recém-lançados nas passarelas. Essa interatividade tem atraído tanto consumidores quanto designers, que veem na plataforma uma nova forma de apresentar suas criações.
Um exemplo notável é o estilista brasileiro Alexandre Pavão, que já compartilhou produções feitas com o Doji em suas redes sociais. Essa adesão de profissionais da moda demonstra como a tecnologia pode influenciar e modernizar a indústria, tornando-a mais acessível e interativa.
Entretanto, a popularidade do aplicativo não vem sem controvérsias. Um dos principais pontos de debate é a falsa sensação de posse que o Doji pode criar. Os usuários podem se sentir como se tivessem as roupas, mas a realidade é que elas não estão fisicamente em seu guarda-roupa.
Outro aspecto a ser considerado é a questão da imagem. Apesar do alto nível de realismo, o avatar gerado é uma versão digital que pode distorcer a percepção que o usuário tem de si mesmo. Isso levanta preocupações sobre a disforia de imagem, onde a comparação com a versão digital pode afetar a autoestima.
Portanto, enquanto o Doji oferece uma experiência inovadora e divertida, é essencial que os usuários estejam cientes dos limites dessa tecnologia. A moda virtual pode ser uma ferramenta poderosa, mas deve ser usada com consciência e equilíbrio.











