O Prêmio Sim à Igualdade Racial, realizado no Rio de Janeiro, destacou a cultura negra e indígena com o tema “Surrealismo Afro-Indígena Brasileiro”. O evento, promovido pelo Instituto Identidades do Brasil, celebrou dez anos de luta pela inclusão racial e será transmitido pela Globo no dia 24 de maio.
Luana Génot, fundadora do instituto, brilhou no palco com um vestido azul surreal e um adorno de cabelo em forma de vela, simbolizando a trajetória do ID_BR. “Estamos falando do surrealismo que vem das favelas, das aldeias e dos quilombos”, afirmou, enfatizando a importância de sonhar com um futuro de igualdade.
Moda como Manifesto
No tapete vermelho, as celebridades mostraram que a moda pode ser um poderoso manifesto. A atriz Alice Carvalho, por exemplo, desfilou com um blazer e saia bordados à mão da marca Nalimo, expressando a força da união entre pessoas que compartilham sonhos e lutas.
Bela Campos, com seu novo visual quase raspado, optou por um look da Balmain, trazendo uma estética ousada e contemporânea. Essas escolhas não apenas refletem estilo, mas também uma conexão profunda com a identidade cultural.
A cerimônia, conduzida por Ícaro Silva e Dandara Queiroz, premiou iniciativas que promovem a inclusão. O Grupo L’Oréal e a Natura foram reconhecidos pelo Comprometimento Racial, enquanto a Dendezeiro, marca de Hisan Silva e Pedro Batalha, recebeu o prêmio Trajetória Empreendedora.
Além dos prêmios, a noite foi marcada por homenagens emocionantes, como a de Luana a Preta Gil, uma apoiadora constante do prêmio. A programação artística, que incluiu performances de Péricles e do rap feminino, transformou a cerimônia em uma verdadeira celebração cultural.
O Prêmio Sim à Igualdade Racial não é apenas uma premiação, mas um chamado à ação. Com uma década de impacto, o ID_BR continua a educar e inspirar, alcançando milhões de pessoas anualmente. A próxima edição promete ser ainda mais significativa, reafirmando o compromisso com a igualdade racial.











