A Academia Agro do Itaú BBA lançou uma nova formação gratuita em gestão de riscos no agronegócio, voltada para produtores rurais e profissionais do setor. A iniciativa, apresentada no dia 8 de junho, busca fortalecer a capacidade de gestão financeira em um ambiente repleto de incertezas, como a volatilidade de preços e as instabilidades climáticas que afetam a produção agrícola no Brasil.
A Trilha de Gestão de Riscos no Agronegócio oferece conteúdos variados, incluindo videoaulas, artigos e estudos de caso. Os temas abordados incluem mapeamento de riscos, fundamentos de gestão financeira, ciclo financeiro da safra e estratégias de comercialização, entre outros. Essa abordagem integrada visa ajudar os produtores a entenderem melhor os fatores que impactam a rentabilidade de suas atividades.
Gestão de riscos: essencial para a sustentabilidade do agronegócio
Pedro Fernandes, diretor de Agronegócio do Itaú BBA, destaca que a gestão de riscos se tornou um elemento central para a sustentabilidade dos negócios rurais. Segundo ele, a formação busca ampliar o acesso a conteúdos práticos que apoiem decisões mais estruturadas e uma gestão mais profissionalizada no campo.
A formação é aberta a todos os produtores rurais, independentemente de serem clientes do banco, além de profissionais como agrônomos, consultores e técnicos de campo. Ao final do curso, os participantes recebem um certificado de conclusão, reforçando o caráter educativo da iniciativa.
Desde 2019, o Itaú BBA tem se dedicado a produzir conhecimento e análises para o setor agro. Com a criação da Academia Agro em 2022, o banco consolidou sua estratégia de educação voltada ao agronegócio, focando em governança e boas práticas de mercado. A nova trilha de gestão de riscos é um passo importante nesse sentido, especialmente em um momento de crescente complexidade no setor.
A intensificação das oscilações de preços de commodities e os riscos climáticos aumentam a demanda por uma gestão estruturada no campo. Iniciativas como a da Academia Agro são fundamentais para oferecer suporte técnico e estratégico aos produtores, ajudando-os a lidar com cenários de incerteza. A expectativa é que essa formação contribua para melhorar o planejamento das safras e fortalecer a resiliência econômica das propriedades rurais brasileiras.











