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Jordana Morais rebate Beni Falcone após acusação sobre cotas raciais
Foto original adaptada visualmente por IA.
Redes sociais

Jordana Morais rebate Beni Falcone após acusação sobre cotas raciais

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Jordana Morais e Beni Falcone trocaram acusações nas redes sociais após uma discussão envolvendo a inscrição da influenciadora no sistema de cotas raciais. O ator e cantor, conhecido por interpretar um personagem na versão brasileira de Rebelde, questionou se Jordana seria “bolsominion”, termo usado por opositores para se referir a apoiadores de Jair e Flávio Bolsonaro (PL).

Em uma publicação no X, antigo Twitter, Beni também chamou Jordana de “fraudadora de cotas”. A declaração levou a ex-participante do BBB 26 a responder publicamente às acusações.

“Nunca me beneficiei de cota nenhuma e não devo nada à Justiça”, escreveu Jordana. Ela também alertou sobre as consequências de acusar alguém publicamente da prática de um crime. “A internet não é terra sem lei!!!”, declarou, afirmando que pessoas que fizerem acusações falsas poderão responder civil e criminalmente.

Depois da manifestação, Beni voltou a comentar o caso e disse ter interpretado a resposta da influenciadora como uma confirmação da polêmica. “Só fiquei sabendo mesmo por conta desse seu depoimento aqui confirmando a questão da polêmica onde você não refuta de forma alguma a acusação de fraude do sistema de cotas. Talvez eu tenha entendido errado então”, escreveu. O artista também resgatou uma entrevista antiga de Jordana.

A influenciadora explicou que a entrevista foi concedida logo após sua saída do Big Brother Brasil e afirmou ter mudado de entendimento sobre o episódio. Segundo ela, embora seus documentos a identificassem como parda, posteriormente compreendeu que não deveria ter se inscrito pelo sistema de cotas, por não corresponder ao propósito da política afirmativa.

“Minha autodeclaração pode ter sido equivocada, mas isso não faz de mim uma criminosa”, afirmou Jordana. Ela negou ter agido de má-fé e ressaltou que não recebeu vantagem por meio das cotas. “Não pratiquei crime algum, não fui condenada por crime algum e não há decisão que reconheça fraude”, acrescentou.

Jordana também afirmou que a autodeclaração racial é um tema complexo e lembrou que as bancas de heteroidentificação avaliam se o candidato atende aos critérios da política de cotas. Para ela, uma autodeclaração considerada inadequada não transforma automaticamente uma pessoa em criminosa.

A ex-BBB acusou Beni de usar o episódio para atacá-la por suas posições políticas e voltou a destacar a gravidade das declarações públicas. “Usar esse episódio para me atacar por pensar politicamente diferente e me atribuir publicamente a prática de um crime é errado e é crime”, declarou. Ao final, orientou o ator a consultar uma publicação em que, segundo ela, explica o contexto completo do caso.

A controvérsia envolve uma inscrição feita por Jordana em um concurso público há cerca de dez anos. Na ocasião, ela se autodeclarou parda para concorrer pelo sistema de cotas raciais. Posteriormente, afirmou ter entendido que não se enquadrava no propósito da política afirmativa e reconheceu que sua autodeclaração pode ter sido equivocada.

Na manifestação mais recente, Jordana sustentou que não obteve benefício com a inscrição e que não existe decisão judicial reconhecendo fraude.

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