O filme Michael já está sendo exibido nos cinemas brasileiros e, apesar da expectativa, enfrenta uma recepção crítica negativa. Com uma bilheteira de estreia projetada para mais de US$ 200 milhões, a produção começa a gerar polêmicas, especialmente em relação às avaliações no Rotten Tomatoes.
Atualmente, o filme conta com apenas 31% de aprovação entre as críticas, com 88 avaliações registradas até 21 de abril de 2026. As opiniões destacam a atuação de Jaafar Jackson, que interpreta seu tio, Michael Jackson, mas criticam a superficialidade da narrativa.
Polêmicas e críticas sobre a abordagem do filme
A cinebiografia tem sido alvo de críticas por não abordar aspectos mais complexos da vida de Michael Jackson. Muitos críticos consideram que o filme apresenta uma visão excessivamente otimista, evitando temas polêmicos que marcaram a trajetória do artista.
Críticos como a Slant Magazine e a BBC expressaram descontentamento com a forma como a história foi contada. A primeira descreveu o filme como “quase surrealmente otimista”, enquanto a segunda afirmou que a produção não captura o verdadeiro espírito inovador de Jackson.
Outras análises, como a do The Guardian, apontam que o longa é “frustrantemente raso” e falha em retratar os traumas que o artista enfrentou. Por outro lado, a USA Today elogiou a performance de Jaafar, destacando sua semelhança com Michael Jackson.
O filme, dirigido por Antoine Fuqua, visa mostrar a jornada de Michael desde sua infância até se tornar um ícone global. Com um elenco que inclui nomes como Colman Domingo e Nia Long, a produção promete oferecer uma nova perspectiva sobre a vida do Rei do Pop.
Com a estreia de Michael, o público se vê diante de um dilema: apreciar a homenagem ao artista ou questionar a falta de profundidade na narrativa. A recepção crítica pode impactar não apenas a bilheteira, mas também a forma como a história de Michael Jackson será lembrada nas próximas gerações.











