A corrida se tornou uma das modalidades esportivas mais populares nos últimos anos, especialmente entre as mulheres. O aumento da presença feminina nas corridas tem transformado o cenário das grandes provas, como a Maratona do Rio, onde mais de 50% das inscrições foram feitas por mulheres nas distâncias de 5, 10 e 21 quilômetros. Essa mudança não é apenas numérica, mas também cultural, refletindo uma nova mentalidade em relação ao esporte.
O impacto da presença feminina nas corridas
No segundo episódio da série Vogue Wellness, a Vogue Brasil explorou essa nova realidade ao acompanhar a Maratona do Rio. Com a atleta Amanda Oliveira como guia, a equipe conversou com corredoras amadoras e profissionais, buscando entender o que as motiva a participar de eventos tão desafiadores. O resultado é uma atmosfera vibrante, que atrai cada vez mais mulheres em busca de superação e camaradagem.
A popularidade da corrida entre as mulheres também está ligada à busca por performance. Muitas corredoras têm se desafiado a completar percursos mais longos e com ritmos mais rápidos. Essa tendência é evidente nas provas do circuito Abbott World Marathon Majors, onde a participação feminina tem crescido significativamente, refletindo uma nova era de empoderamento no esporte.
Além da competição, a experiência de correr é marcada por momentos emocionantes. A empresária e influenciadora Bertha Jucá, que participou de sua primeira prova no Rio, destacou a energia do público como um fator motivador. “Correr com esse clima faz muita diferença”, afirmou, ressaltando a importância do apoio emocional durante a corrida.
Por trás desse fenômeno, há uma transformação na forma como as atletas se preparam. O treinamento agora inclui fortalecimento muscular, nutrição personalizada e monitoramento constante de saúde. Essas práticas ajudam a melhorar o desempenho e a prevenir lesões, permitindo que as corredoras se sintam mais confiantes em suas jornadas.
Entretanto, a pressão para alcançar metas pode gerar frustração. A empresária Manu City, que também é curadora de conteúdo no mundo fitness, enfatiza a importância de manter a leveza no esporte. “Se não levar de maneira leve, o que deveria ser um hobby pode se tornar pesado”, reflete, lembrando que a corrida deve ser uma fonte de prazer e não apenas de competição.
Com o crescimento da corrida entre as mulheres, é possível ver uma mudança significativa na forma como o esporte é percebido e praticado. Essa nova geração de corredoras não apenas desafia limites pessoais, mas também inspira outras mulheres a se juntarem a essa comunidade vibrante e acolhedora. A corrida, assim, se torna um símbolo de empoderamento e transformação social.











