O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quinta-feira (1º) o respeito ao voto dos eleitores e a realização pacífica das eleições do próximo domingo (4).
Em nota à imprensa, Fachin reafirmou o compromisso com a democracia e com a liberdade de escolha dos eleitores em um ambiente de paz. Segundo ele, o voto é “a expressão máxima da cidadania e a garantia de que a vontade popular define o futuro do Brasil”.
O presidente do STF também destacou o trabalho da Justiça Eleitoral e afirmou que a democracia deve ser fortalecida por todos. “Convocamos os mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores a exercer o direito ao voto com serenidade, consciência e confiança nas instituições”, declarou.
Investigação sobre suposta interferência
Mais cedo, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar uma suposta atuação do governo dos Estados Unidos com o objetivo de interferir nas eleições brasileiras e deslegitimar o STF.
De acordo com reportagem publicada na quarta-feira (30) pelo jornal britânico The Guardian, o governo norte-americano teria destinado US$ 1 milhão, o equivalente a cerca de R$ 5,1 milhões, para promover uma campanha contra o Supremo.











