Sharon Stone compartilhou um relato impactante sobre sua infância e a morte de seu avô em uma recente entrevista ao podcast All There Is, apresentado por Anderson Cooper. A atriz, que completou 68 anos, abordou a complexidade de seus sentimentos em relação a um homem que, segundo ela, foi um abusador em sua família.
No bate-papo, Stone relembrou trechos de seu livro de memórias, The Beauty of Living Twice, onde descreve a mistura de “alegria, alívio e vazio” que sentiu ao saber da morte do avô. Essa revelação traz à tona a importância de discutir traumas familiares e como eles impactam a vida de uma pessoa.
Reflexões sobre o passado e a libertação emocional
A atriz revelou que, apesar da dor, a morte do avô representou um momento de libertação. “Ele não era um avô, era uma criatura que tentávamos evitar a todo custo”, disse Stone, enfatizando o impacto negativo que ele teve em sua vida e na de sua mãe.
Sharon e sua irmã, Kelly, estavam apenas na adolescência quando o avô faleceu. A cerimônia de despedida, ao contrário do que se espera em funerais, não foi marcada por conforto ou carinho. Elas se aproximaram do caixão para confirmar a morte, um momento que Stone descreveu como uma mistura de alívio e um vazio peculiar.
Esse relato nos faz refletir sobre como as experiências de vida moldam nossa percepção de relacionamentos e a forma como lidamos com a perda. A atriz já havia falado sobre os abusos que sofreu na infância, revelando a importância de compartilhar essas histórias para ajudar outras pessoas a se sentirem menos sozinhas.
Além de discutir a morte do avô, Stone também falou sobre a recente perda de sua mãe, Dorothy, em julho de 2025. A atriz mencionou a necessidade de aceitar a despedida para que sua mãe pudesse partir em paz, mostrando que a aceitação é um passo fundamental no processo de luto.
Esses relatos de Sharon Stone não apenas trazem à tona questões de abuso e trauma, mas também destacam a importância da comunicação e do apoio emocional em momentos difíceis. A história dela serve como um lembrete de que, mesmo em meio à dor, é possível encontrar alívio e libertação.











