O mundo da beleza está em ebulição após o lançamento do blush de transição pela marca Patrick Ta Beauty. A polêmica não gira em torno da eficácia do produto, mas sim da disputa sobre a origem da técnica que ele busca reproduzir.
Nas redes sociais, a discussão se intensificou entre maquiadores e entusiastas da beleza, levantando questões sobre quem realmente merece crédito pela popularização desse visual. A linha entre inspiração e apropriação criativa se tornou um tema central entre os usuários.
O que é o blush de transição?
A técnica do blush de transição consiste em criar um degradê suave entre a área abaixo dos olhos e as maçãs do rosto. Para isso, combina-se corretivo, blush cremoso, corretivos coloridos e pó, resultando em um efeito de iluminação e contorno que proporciona um lifting facial.
Recentemente, a técnica ganhou notoriedade graças ao trabalho da maquiadora nigeriana Ngozi Esther Edeme, conhecida como Painted by Esther. Ela tem sido responsável por transformar o blush de transição em uma marca registrada, atendendo celebridades e influenciadoras.
Embora muitos atribuam a criação do método a Edeme, ela mesma afirma que não é a inventora da técnica. Sua inspiração vem de grandes nomes da maquiagem, como Kevyn Aucoin e Pat McGrath, que já utilizavam o blush de forma inovadora.
A controvérsia aumentou quando Patrick Ta lançou o Transition Blurring Blush Duo e registrou o termo “transition blush”. Isso levou muitos a acreditar que ele era o criador da técnica, gerando críticas por não reconhecer a contribuição de Edeme.
Em resposta à polêmica, Edeme publicou um vídeo esclarecendo sua posição. Ela reafirmou que nunca reivindicou a autoria do blush de transição e que seu foco sempre foi compartilhar conhecimento e valorizar os profissionais que a inspiraram.











