O Dia das Mães em Uberlândia promete aquecer o comércio e o setor de alimentação neste fim de semana. Considerada uma das datas mais relevantes para a economia do Brasil, a celebração já gera expectativa entre lojistas, bares e restaurantes da cidade, que esperam um aumento nas vendas e uma recuperação do consumo em meio a um cenário econômico desafiador.
Um levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Uberlândia revela que mais de 93% dos consumidores planejam comprar presentes este ano. A maioria dos entrevistados, 72%, prefere realizar suas compras em lojas físicas, o que reforça a expectativa positiva para o comércio local nos dias que antecedem a data comemorativa.
Entre os consumidores consultados, quase metade pretende gastar entre R$ 101 e R$ 200 em presentes. Outros 33% planejam desembolsar até R$ 100, enquanto 17% devem investir entre R$ 201 e R$ 500. As mães são o principal alvo das compras, representando 62% das homenagens. Itens como perfumes, cosméticos, roupas e acessórios estão entre os mais procurados.
Além do varejo, o setor de alimentação também espera grande movimentação no fim de semana do Dia das Mães. Uma pesquisa da Abrasel Triângulo Mineiro mostra que 80% dos estabelecimentos acreditam em aumento no faturamento durante a data. Muitos empresários projetam um crescimento de até 10% nas receitas, com restaurantes, bares e cafeterias recebendo famílias no domingo (10), um dos dias mais movimentados do ano para o setor.
Outro ponto interessante é o comportamento dos consumidores. Embora 48% afirmem que planejam comprar presentes com antecedência, 44% devem deixar as compras para a semana do Dia das Mães, com alguns optando por realizar as compras de última hora. A CDL também destacou que o valor emocional é mais importante do que o preço na escolha do presente ideal, com 39% dos entrevistados afirmando que o significado afetivo é o principal critério para tornar a lembrança especial.
Em Uberaba, cidade vizinha no Triângulo Mineiro, as expectativas são semelhantes, com entidades do comércio prevendo um crescimento de até 11% nas vendas em relação ao ano anterior, impulsionado principalmente pelos setores de moda, cosméticos, flores, chocolates, restaurantes e serviços de bem-estar.











